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terça-feira, 19 de novembro de 2013

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

domingo, 28 de novembro de 2010

When our Jack Nicholsons meet themselves.



"Do que eu sinto falta hoje em dia é de classe. Sem truques, sem tolerar estupidez, sem comprar afeições." (Jack Nicholson)

haven't you ever heard of the healing power of laughter?


And the Coringa-Pinguim Connection:

terça-feira, 9 de novembro de 2010

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Co-razão.

coração
[Do lat. cor, poss. com suf. aumentativo de reforço.]
Substantivo masculino.

1. Anat. Órgão muscular situado na cavidade torácica que, nos vertebrados superiores, é constituído de duas aurículas e dois ventrículos, e que recebe o sangue e o bombeia por meio dos movimentos ritmados de diástole (q. v.) e de sístole (q. v.). [Nos reptis, o coração tem três cavidades e nos peixes, duas.]
2. Zool. Todo segmento que por suas contrações movimenta o sangue ou outro líquido através do corpo dos animais.
3. P. ext. A parte anterior do corpo humano onde se convenciona estar o coração; o tórax, o peito.
4. Fig. A parte mais interna, ou a mais central, ou a mais importante, de um lugar, de uma região.
5. P. ext. Urb. V. centro.
6. O coração humano, considerado como a sede dos sentimentos, das emoções, da consciência.
7. A natureza ou a parte emocional do indivíduo (por oposição à natureza, ou à parte intelectual, à cabeça).
8. Caráter, índole, feitio.
9. Amor, afeto.
10. O objeto do amor de alguém:
11. Coragem, ânimo.
12. Qualquer objeto cuja forma lembra a do coração, ou a que se convencionou ser a do coração.
13. P. ext. Cada um dos pesos do tear com essa forma.
14. Bot. Designação comum a várias plantas.
15. Designação comum a várias estrelas.
16. Bras. O primeiro dos três compartimentos em que se divide um curral de pescaria.
17. Bras. N.E. Mangará.



O símbolo do coração é resultado da união de outros dois símbolos: o de fogo ou vôo com o de estar-junto (togetherness).

Dicionário de Símbolos

O coração, órgão central do indivíduo, corresponde, de maneira muito geral, à noção de centro. Se o Ocidente fez do coração a sede dos sentimentos, todas as civilizações tradicionais localizam nele, ao contrário, a inteligência e a intuição. Pode-se acrescentar que, nas culturas tradicionais, conhecimento tem sentido muito amplo, que não exclui os valores afetivos. O coração é, de fato, o centro vital do ser humano, uma vez que responsável pela circulação do sangue. Se, no vocabulário cristão, o Reino de Deus se contém no coração, é que esse centro da individualidade, para o qual a pessoa retorna na sua caminhada espiritual, respresenta o estado primordial, inicial, o locus da atividade divina. O duplo movimento (sístole e diástole) do coração faz dele ainda o símbolo do duplo movimento de expansão e reabsorção do universo. Por ele estar no centro, os chineses fazem corresponder ao coração o elemento terra e o número cinco. Mas em razão de sua natureza - porque ele é o Sol - atribuem-lhe também o elemento fogo. Na escrita hieroglífica egípcia o coração é representado por um vaso. Ora, o coração é relacionado também com o santo Graal, taça da Última Ceia, que recolheu o sangue de Cristo na cruz. Na religião egípcia, ele é, em cada homem, o centro da vida, da vontade, da inteligência. Uma única palavra designa a alma e o coração entre os caraíbas da Venezuela e das Guianas. Entre os tucanos (bacia Amazônica), há uma palavra só para coração, alma e pulso. Para os wuiotos (sul da Colômbia), coração, peito, memória e pensamento (METB) são a mesma coisa. É extraordinário que o triângulo invertido, que é uma figuração da taça, seja também o símbolo do coração além do fato de que o cálice que contém a poção da imortalidade se obtenha necessariamente do coração do mundo. Como os símbolos que assumem essa forma, segundo Guénon, o coração se reportaria ao princípio passivo ou feminino da manifestação universal, enquanto que aqueles esquematizados pelo triIangulo direito se reportam ao princípio ativo ou masculino.

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

quinta-feira, 1 de julho de 2010

Uma história entre nós.


... ., originally uploaded by tembr69.



Uma história feita de dois.
E de mais um, e mais dois, e mais três.
Uma história de pessoas retalhos,
guardados na mala e fechados pra luz.

Bagagens em cima do armário.
Em baixo da cama.
Minhas, tuas.

Juntos,
costuraremos nossas colchas,
um dia.
E faremos delas - uma tenda.

quarta-feira, 30 de junho de 2010

Easier.


, originally uploaded by amoravel.

sábado, 26 de junho de 2010

Raposinha.


Summer please, originally uploaded by vandis.

segunda-feira, 21 de junho de 2010

sábado, 12 de junho de 2010

Batatas e rinocerontes.



"Um dos três maiores mamíferos terrestres, o rinoceronte tem uma presença física colossal. Embora ele seja conhecido por mostrar comportamento agressivo, na maioria das vezes ele é uma criatura passiva – preferindo perambular por seus espaços abertos e gramados em solidão contemplativa. Aqui está o primeiro de muitos paradoxos que nos levam a subestimar o tema simbólico do rinoceronte: things are not as they seem. O simbolismo animal do rinoceronte nos lembra a apreciarmos a generosidade expansiva que temos ao nosso redor. Quando ele vem até nós em nosso dia-a-dia, é tempo de parar e agradecer às maravilhas infinitas que ocorrem em cada milímetro e em cada minuto de nossas vidas. Faça como ele faz e pise com força na mãe (terra) com a confiança conectiva de que tudo está bem. Envolva-se em um conforto fresquinho assim como o rinoceronte faz em seus rituais de banhos de lama. De novo, deixe a riqueza da abundância e da estabilidade da mãe (terra) abraçá-lo e reafirmá-lo. Rinoceronte é uma criatura de substância, persistência e perseverança, solidez e poder de explosão. Quando você se sentir vazio e transparente, invoque o rinoceronte e veja o que acontece – observe-se sendo preenchido pela majestade que essa criatura representa." (Avia Venefica)

terça-feira, 8 de junho de 2010

segunda-feira, 31 de maio de 2010

quinta-feira, 27 de maio de 2010

terça-feira, 11 de maio de 2010

Sonhos.

O ventre da baleia (Joseph Campbell)

A ideia de que a passagem do limiar mágico é uma passagem para uma esfera de renascimento é simbolizada na imagem mundial do útero, ou ventre da baleia. O herói, em lugar de conquistar ou aplacar a força do limiar, é jogado no desconhecido, dando a impressão de que morreu.

O interior do templo, ou ventre da baleia, e a terra celeste, que se encontra além, acima e abaixo dos limites do mundo, são uma só e mesma coisa. Há os guardiães do limiar, a quem cabe afastar todos os que forem incapazes de encontrar os silêncios mais elevados do interior do templo. A natureza secular do devoto permanece lá fora; ele a deixa de lado, como a cobra deixa a pele. Uma vez no interior do templo, pode-se dizer que ele morreu para a temporalidade e retornou ao Útero do Mundo, Centro do Mundo, Paraíso Terrestre. O simples fato de todos poderem passar fisicamente pelos guardiães do templo não invalida sua importância; pois se o intruso for incapaz de compreender o santuário, então permaneceu efetivamente do lado de fora. Todos os que são incapazes de compreender um deus vêem-no como um demônio e, assim, se protegem de sua aproximação. Portanto, alegoricamente, a entrada num templo e o mergulho do herói pelas mandíbulas da baleia são aventuras idênticas; as duas denotam, em linguagem figurada, o ato de concentração e de renovação da vida.

Verde-escuro

"Cor universal da natureza. Tem frescor, harmonia e equilíbrio. Cor calma, que não se dirige para nenhuma direção nem encerra algum elemento de alegria, tristeza ou paixão. O verde mais amarelado sugere uma força ativa, um aspecto ensolarado."

"Aspectos favoráveis: a energia do verde reflete participação, adaptabilidade, generosidade e cooperação. Essa cor atenua as emoções, facilita o raciocínio correto e amplia a consciência e compreensão. Ela é a imagem da segurança e da proteção e cria um ambiente propício para tomar decisões. Espaço, liberdade, harmonia e equilíbrio são aspectos que se originam do sentimento natural de justiça do verde. Essa cor atua como um sinal para a renovação da vida e sua vibração mais elevada reflete o espírito de evolução."


Aranha-armadeira

"Seu fio evoca as Moiras (na mitologia grega, as três irmãs que determinavam o destino, tanto dos deuses, quanto dos seres humanos) ou Parcas (na mitologia romana, as três irmãs que determinavam o curso da vida humana, decidindo questões como vida e morte, de maneira que nem Júpiter podia contestar suas decisões. Nona tecia o fio da vida, Décima cuidava de sua extensão e caminho, Morta cortava o fio. A gravidez humana em Roma era de nove luas, não nove meses; portanto Nona tece o fio da vida no útero materno, até a nona lua; Décima representa o nascimento efetivo, o corte do cordão umbilical, o início da vida terrena, o individuo definido, a décima lua. Morta é a outra extremidade, o fim da vida terrena, que pode ocorrer a qualquer momento). As aranhas destruindo e construindo sem cessar simbolizam a inversão contínua através da qual se mantém o equilíbrio da vida do cosmos, e assim, o simbolismo da aranha pode significar aquele sacrifício contínuo, mediante o qual o homem se transforma sem cessar durante sua existência."

"Elas precisam trocar de pele periodicamente, de 5 a 7 vezes, durante o período de crescimento. Aranhas que vivem muito, como as tarântulas, que vivem até 25 anos, trocam de pele a cada ano. Mesmo depois de terem crescido o suficiente, a pele precisa ser trocada porque fica gasta, e nesse sentido, elas podem possuir vínculo com a cobra e sua simbólica de transformação."

"Em razão de sua rede de raios tecida habilmente e de seu posicionamento central, é considerada na índia símbolo da Ordem Cósmica, assim como a tecelã (maya) do mundo sensível. Para a filosofia budista, Maya evoca uma realidade ilusória, vazia de ser. Para o hinduísmo, ao contrário, essa existência é "verdadeira" enquanto manifestação da essência. O véu de Maya, assim como a teia de aranha, exprime a beleza da criação. A aranha torna-se, às vezes, símbolo da alma ou um animal psicopompo – condutor das almas dos mortos."

sexta-feira, 7 de maio de 2010

quarta-feira, 5 de maio de 2010