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quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Férias.


Lore (2010), originally uploaded by oognip.

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Spooky action at a distance.

Einstein denominou assim o entrelaçamento quântico, ou seja, a interação entre duas partículas que desenvolvem uma relação especial conectiva entre si. Quando uma dessas partículas é afetada, uma refletirá o mesmo traço exato que a outra, instantaneamente - não importa o quão distantes estejam uma da outra, se do outro lado do quarto ou do outro lado da Imensidão. Na verdade, partículas entrelaçadas parecem se comportar como um só objeto. Não importa em que posição do espaço-tempo estejam, essas duas partículas permanecem para sempre interconectadas.

Antes do Big Bang, nosso Universo estava condensado num ponto menor do que um átomo. Assim, toda matéria e energia que experienciamos agora esteve e sempre estará interconectada e entrelaçada. O entrelaçamento quântico parece apontar para uma verdadeira unidade universal.

2 SWEET HEARTS (or) o cruzeiro do juntar de pratos.

sábado, 20 de novembro de 2010

Densidade.

"Amor pessoal é amor universal concentrado." (Maharishi via David Lynch)

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

domingo, 7 de novembro de 2010

domingo, 31 de outubro de 2010

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Co-razão.

coração
[Do lat. cor, poss. com suf. aumentativo de reforço.]
Substantivo masculino.

1. Anat. Órgão muscular situado na cavidade torácica que, nos vertebrados superiores, é constituído de duas aurículas e dois ventrículos, e que recebe o sangue e o bombeia por meio dos movimentos ritmados de diástole (q. v.) e de sístole (q. v.). [Nos reptis, o coração tem três cavidades e nos peixes, duas.]
2. Zool. Todo segmento que por suas contrações movimenta o sangue ou outro líquido através do corpo dos animais.
3. P. ext. A parte anterior do corpo humano onde se convenciona estar o coração; o tórax, o peito.
4. Fig. A parte mais interna, ou a mais central, ou a mais importante, de um lugar, de uma região.
5. P. ext. Urb. V. centro.
6. O coração humano, considerado como a sede dos sentimentos, das emoções, da consciência.
7. A natureza ou a parte emocional do indivíduo (por oposição à natureza, ou à parte intelectual, à cabeça).
8. Caráter, índole, feitio.
9. Amor, afeto.
10. O objeto do amor de alguém:
11. Coragem, ânimo.
12. Qualquer objeto cuja forma lembra a do coração, ou a que se convencionou ser a do coração.
13. P. ext. Cada um dos pesos do tear com essa forma.
14. Bot. Designação comum a várias plantas.
15. Designação comum a várias estrelas.
16. Bras. O primeiro dos três compartimentos em que se divide um curral de pescaria.
17. Bras. N.E. Mangará.



O símbolo do coração é resultado da união de outros dois símbolos: o de fogo ou vôo com o de estar-junto (togetherness).

Dicionário de Símbolos

O coração, órgão central do indivíduo, corresponde, de maneira muito geral, à noção de centro. Se o Ocidente fez do coração a sede dos sentimentos, todas as civilizações tradicionais localizam nele, ao contrário, a inteligência e a intuição. Pode-se acrescentar que, nas culturas tradicionais, conhecimento tem sentido muito amplo, que não exclui os valores afetivos. O coração é, de fato, o centro vital do ser humano, uma vez que responsável pela circulação do sangue. Se, no vocabulário cristão, o Reino de Deus se contém no coração, é que esse centro da individualidade, para o qual a pessoa retorna na sua caminhada espiritual, respresenta o estado primordial, inicial, o locus da atividade divina. O duplo movimento (sístole e diástole) do coração faz dele ainda o símbolo do duplo movimento de expansão e reabsorção do universo. Por ele estar no centro, os chineses fazem corresponder ao coração o elemento terra e o número cinco. Mas em razão de sua natureza - porque ele é o Sol - atribuem-lhe também o elemento fogo. Na escrita hieroglífica egípcia o coração é representado por um vaso. Ora, o coração é relacionado também com o santo Graal, taça da Última Ceia, que recolheu o sangue de Cristo na cruz. Na religião egípcia, ele é, em cada homem, o centro da vida, da vontade, da inteligência. Uma única palavra designa a alma e o coração entre os caraíbas da Venezuela e das Guianas. Entre os tucanos (bacia Amazônica), há uma palavra só para coração, alma e pulso. Para os wuiotos (sul da Colômbia), coração, peito, memória e pensamento (METB) são a mesma coisa. É extraordinário que o triângulo invertido, que é uma figuração da taça, seja também o símbolo do coração além do fato de que o cálice que contém a poção da imortalidade se obtenha necessariamente do coração do mundo. Como os símbolos que assumem essa forma, segundo Guénon, o coração se reportaria ao princípio passivo ou feminino da manifestação universal, enquanto que aqueles esquematizados pelo triIangulo direito se reportam ao princípio ativo ou masculino.

domingo, 10 de outubro de 2010

sábado, 9 de outubro de 2010

terça-feira, 28 de setembro de 2010

O fantástico alimento dos pinguins e das baleias.



Krill do norte (Meganyctiphanes norvegica)

Reino: Animalia
Filo: Arthropoda
Subfilo: Crustacea
Classe: Malacostraca
Superordem: Eucarida
Ordem: Euphausiacea

Krill é o nome coletivo dado a um conjunto de espécies de animais invertebrados semelhantes ao camarão. Estes pequenos crustáceos são importantes organismos do zooplâncton, especialmente porque servem de alimento a baleias, pinguins, tubarões-baleia, entre outros. Estes animais são ainda designados como eufausídeos, palavra derivada da ordem taxonómica a que pertencem, Euphausiacea. O termo krill é de origem norueguesa, sendo derivado do neerlandês kriel, que designa peixes acabados de nascer ou em fase juvenil.

Os eufausídeos estão presentes em todos os oceanos do planeta. São considerados espécies-chave próximas da base da cadeia alimentar já que se alimentam de fitoplâncton e de algum zooplâncton, convertendo esta fonte de alimento numa forma que pode ser consumida por muitos animais de maiores dimensões, constituindo a maior parte da dieta destes. No Oceano Antártico, uma espécie, o krill antártico (Euphausia superba), perfaz uma biomassa superior a 500 milhões de toneladas, aproximadamente o dobro da biomassa constituída pela totalidade dos seres humanos. Desta biomassa, mais de metade é consumida todos os anos por baleias, focas, pinguins, lulas e peixes, sendo substituída graças ao seu crescimento e reprodução. A maioria das espécies de krill efetuam grandes migrações verticais diárias, alimentando os predadores à superfície, durante a noite, e em águas mais profundas durante o dia.

Excetuando a espécie Bentheuphausia amblyops, o krill é composto por espécies bioluminescentes, possuindo órgãos chamados fotóforos que são capazes de emitir luz. A luz é produzida por uma reação de quimioluminescência catalisada por uma enzima, em que uma luciferina (um pigmento) é ativado pela enzima luciferase. Os fotóforos do krill são órgãos complexos com capacidades de ampliação e focagem, como se fossem lentes, podendo rodar por meio de músculos. A função exata destes órgãos é ainda desconhecida; podem desempenhar um papel no acasalamento, interação social ou na orientação. Alguns investigadores propõem que o krill utiliza a luz como uma forma de camuflagem por contra-iluminação para compensar a sua sombra contra o fundo de luz ambiente vinda de cima, diminuindo a probabilidade de serem vistos pelos predadores mais abaixo.

O krill constitui um importante elemento da cadeia alimentar. O krill antártico alimenta-se diretamente do fitoplâncton, convertendo energia de produção primária numa forma mais apropriada ao consumo por animais maiores que não podem alimentar-se diretamente das minúsculas algas, mas que são capazes de alimentar-se de krill. Algumas espécies como o krill do norte têm menos fitoplâncton à sua disposição e caçam copépodes e zooplâncton de maiores dimensões. São muitos os animais que se alimentam de krill, desde pequenos peixes ou pinguins até focas e mesmo baleias.



Krill é o animal que mais abunda no planeta terra

Seu nome científico é Euphausiacea superba, um crustáceo que mede entre três e cinco centímetros com mais de 90 espécies no mundo, e só no Antártico estima-se uma biomassa de krill de 500 milhões de toneladas. Por isso o krill é considerado o animal mais abundante do planeta Terra, com cardumes de 2 milhões de toneladas em média. Os bancos destes crustáceos costumam ter densidades de 20 kg/m³. Outro dado curioso: O krill é o alimento principal da baleia, que pode consumir até duas toneladas de uma vez. Portanto, um rompimento na corrente alimentícia da qual o krill faz parte poderia ter consequências catastróficas em termos ecológicos.

domingo, 27 de junho de 2010

Inside everything.


, originally uploaded by Erin Purcell.

segunda-feira, 21 de junho de 2010

Díade.

MOYERS: Então a função necessária do casamento, perpetuar a espécie, não é a primordial?

CAMPBELL: Não, isso na verdade é apenas o aspecto elementar do casamento. Há dois estágios completamente diferentes no casamento. Primeiro, quando os nubentes são jovens e seguem o maravilhoso impulso concedido pela natureza, da inter-relação biológica dos sexos, para produzir crianças. Mas chega um tempo em que a criança se emancipa da família e o casal é deixado para trás. Espanta me o número de amigos que se separam aos quarenta ou aos cinqüenta anos de idade. Tinham vivido até aí uma vida perfeitamente satisfatória, juntos, com a criança, mas interpretavam essa união em termos de sua relação através da criança. Não a interpretavam em termos do próprio relacionamento pessoal, de um para com o outro.

Casamento é uma relação. Quando vocês se sacrificam no casamento, o sacrifício não é feito em nome de um ou de outro, mas em nome da unidade na relação. A imagem chinesa do Tao, com a treva e a luz interagindo, mostra a relação entre yang e yin, masculino e feminino, e é isso que vem a ser o casamento. É nisso que vocês se tornam quando se casam. Você deixa de ser aquele um, solitário; sua identidade passa a estar na relação. O casamento não é um simples caso de amor, é uma provação, e a provação é o sacrifício do ego em benefício da relação por meio da qual dois se tornam um.

MOYERS: Então o casamento é intrinsecamente incompatível com a idéia de cada um cuidar dos próprios interesses.

CAMPBELL: Não se trata simplesmente dos próprios interesses, como você vê. De certa maneira, sim, cada um cuida dos próprios interesses, mas acontece que esse um não é apenas você, é a díade reunida em um. Eis aí uma imagem genuinamente mitológica, significando o sacrifício de uma entidade visível em nome de um deus transcendente.

quinta-feira, 17 de junho de 2010

Sofrer é parte.


__2_00024, originally uploaded by aimeebrodeur.



"O amor não pode existir sem sofrimento. Na verdade, o sofrimento é a base de onde nasce o amor. Quem não sofreu, se não vê o sofrimento das pessoas ou de outros seres vivos, não terá amor nem o compreenderá. Sem sofrimento, não é possível existirem compaixão, amabilidade, tolerância e compreensão. Vocês querem mesmo viver em um lugar onde não exista sofrimento? Nesse caso, não serão capazes de saber o que é amor. O amor nasce do sofrimento. Vocês sabem o que é sofrimento. Não desejam sofrer nem fazer com que outros sofram; por isso, o seu amor existe. Desejam ser felizes e trazer felicidade aos outros. Isto é amor. A existência do sofrimento ajuda no nascimento da compaixão. Precisamos do sofrimento para a compaixão nascer e ser nutrida. É por isso que o sofrimento desempenha um papel tão importante até mesmo aqui no paraíso. Já estamos em uma espécie de paraíso, cercados de amor, mas ainda existem inveja, ódio, raiva e sofrimento ao nosso redor e dentro de nós." (Thich Nhât Hanh)