sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Videofoxes.





O que é que a Raposa Psicótica tem ali? IS THERE A PENGUIN?

Embaixo de onde os amores repousam.

edredom

[Do fr. édredon.]
Substantivo masculino.
1.Cobertura acolchoada para cama, com recheio de penugem, ou paina, ou algodão, etc.


coberta

[F. subst. do adj. coberto.]
Substantivo feminino.
2.Coberta de cama; colcha.


colcha

(ô). [Do esp. colcha.]
Substantivo feminino.
1.Coberta de cama, ger. us. por cima dos lençóis e cobertor.

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

domingo, 31 de outubro de 2010

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Co-razão.

coração
[Do lat. cor, poss. com suf. aumentativo de reforço.]
Substantivo masculino.

1. Anat. Órgão muscular situado na cavidade torácica que, nos vertebrados superiores, é constituído de duas aurículas e dois ventrículos, e que recebe o sangue e o bombeia por meio dos movimentos ritmados de diástole (q. v.) e de sístole (q. v.). [Nos reptis, o coração tem três cavidades e nos peixes, duas.]
2. Zool. Todo segmento que por suas contrações movimenta o sangue ou outro líquido através do corpo dos animais.
3. P. ext. A parte anterior do corpo humano onde se convenciona estar o coração; o tórax, o peito.
4. Fig. A parte mais interna, ou a mais central, ou a mais importante, de um lugar, de uma região.
5. P. ext. Urb. V. centro.
6. O coração humano, considerado como a sede dos sentimentos, das emoções, da consciência.
7. A natureza ou a parte emocional do indivíduo (por oposição à natureza, ou à parte intelectual, à cabeça).
8. Caráter, índole, feitio.
9. Amor, afeto.
10. O objeto do amor de alguém:
11. Coragem, ânimo.
12. Qualquer objeto cuja forma lembra a do coração, ou a que se convencionou ser a do coração.
13. P. ext. Cada um dos pesos do tear com essa forma.
14. Bot. Designação comum a várias plantas.
15. Designação comum a várias estrelas.
16. Bras. O primeiro dos três compartimentos em que se divide um curral de pescaria.
17. Bras. N.E. Mangará.



O símbolo do coração é resultado da união de outros dois símbolos: o de fogo ou vôo com o de estar-junto (togetherness).

Dicionário de Símbolos

O coração, órgão central do indivíduo, corresponde, de maneira muito geral, à noção de centro. Se o Ocidente fez do coração a sede dos sentimentos, todas as civilizações tradicionais localizam nele, ao contrário, a inteligência e a intuição. Pode-se acrescentar que, nas culturas tradicionais, conhecimento tem sentido muito amplo, que não exclui os valores afetivos. O coração é, de fato, o centro vital do ser humano, uma vez que responsável pela circulação do sangue. Se, no vocabulário cristão, o Reino de Deus se contém no coração, é que esse centro da individualidade, para o qual a pessoa retorna na sua caminhada espiritual, respresenta o estado primordial, inicial, o locus da atividade divina. O duplo movimento (sístole e diástole) do coração faz dele ainda o símbolo do duplo movimento de expansão e reabsorção do universo. Por ele estar no centro, os chineses fazem corresponder ao coração o elemento terra e o número cinco. Mas em razão de sua natureza - porque ele é o Sol - atribuem-lhe também o elemento fogo. Na escrita hieroglífica egípcia o coração é representado por um vaso. Ora, o coração é relacionado também com o santo Graal, taça da Última Ceia, que recolheu o sangue de Cristo na cruz. Na religião egípcia, ele é, em cada homem, o centro da vida, da vontade, da inteligência. Uma única palavra designa a alma e o coração entre os caraíbas da Venezuela e das Guianas. Entre os tucanos (bacia Amazônica), há uma palavra só para coração, alma e pulso. Para os wuiotos (sul da Colômbia), coração, peito, memória e pensamento (METB) são a mesma coisa. É extraordinário que o triângulo invertido, que é uma figuração da taça, seja também o símbolo do coração além do fato de que o cálice que contém a poção da imortalidade se obtenha necessariamente do coração do mundo. Como os símbolos que assumem essa forma, segundo Guénon, o coração se reportaria ao princípio passivo ou feminino da manifestação universal, enquanto que aqueles esquematizados pelo triIangulo direito se reportam ao princípio ativo ou masculino.

terça-feira, 19 de outubro de 2010

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

sábado, 16 de outubro de 2010

terça-feira, 12 de outubro de 2010

Holding on together.


Fotografia de Viktor Ivanovski

terça-feira, 28 de setembro de 2010

O fantástico alimento dos pinguins e das baleias.



Krill do norte (Meganyctiphanes norvegica)

Reino: Animalia
Filo: Arthropoda
Subfilo: Crustacea
Classe: Malacostraca
Superordem: Eucarida
Ordem: Euphausiacea

Krill é o nome coletivo dado a um conjunto de espécies de animais invertebrados semelhantes ao camarão. Estes pequenos crustáceos são importantes organismos do zooplâncton, especialmente porque servem de alimento a baleias, pinguins, tubarões-baleia, entre outros. Estes animais são ainda designados como eufausídeos, palavra derivada da ordem taxonómica a que pertencem, Euphausiacea. O termo krill é de origem norueguesa, sendo derivado do neerlandês kriel, que designa peixes acabados de nascer ou em fase juvenil.

Os eufausídeos estão presentes em todos os oceanos do planeta. São considerados espécies-chave próximas da base da cadeia alimentar já que se alimentam de fitoplâncton e de algum zooplâncton, convertendo esta fonte de alimento numa forma que pode ser consumida por muitos animais de maiores dimensões, constituindo a maior parte da dieta destes. No Oceano Antártico, uma espécie, o krill antártico (Euphausia superba), perfaz uma biomassa superior a 500 milhões de toneladas, aproximadamente o dobro da biomassa constituída pela totalidade dos seres humanos. Desta biomassa, mais de metade é consumida todos os anos por baleias, focas, pinguins, lulas e peixes, sendo substituída graças ao seu crescimento e reprodução. A maioria das espécies de krill efetuam grandes migrações verticais diárias, alimentando os predadores à superfície, durante a noite, e em águas mais profundas durante o dia.

Excetuando a espécie Bentheuphausia amblyops, o krill é composto por espécies bioluminescentes, possuindo órgãos chamados fotóforos que são capazes de emitir luz. A luz é produzida por uma reação de quimioluminescência catalisada por uma enzima, em que uma luciferina (um pigmento) é ativado pela enzima luciferase. Os fotóforos do krill são órgãos complexos com capacidades de ampliação e focagem, como se fossem lentes, podendo rodar por meio de músculos. A função exata destes órgãos é ainda desconhecida; podem desempenhar um papel no acasalamento, interação social ou na orientação. Alguns investigadores propõem que o krill utiliza a luz como uma forma de camuflagem por contra-iluminação para compensar a sua sombra contra o fundo de luz ambiente vinda de cima, diminuindo a probabilidade de serem vistos pelos predadores mais abaixo.

O krill constitui um importante elemento da cadeia alimentar. O krill antártico alimenta-se diretamente do fitoplâncton, convertendo energia de produção primária numa forma mais apropriada ao consumo por animais maiores que não podem alimentar-se diretamente das minúsculas algas, mas que são capazes de alimentar-se de krill. Algumas espécies como o krill do norte têm menos fitoplâncton à sua disposição e caçam copépodes e zooplâncton de maiores dimensões. São muitos os animais que se alimentam de krill, desde pequenos peixes ou pinguins até focas e mesmo baleias.



Krill é o animal que mais abunda no planeta terra

Seu nome científico é Euphausiacea superba, um crustáceo que mede entre três e cinco centímetros com mais de 90 espécies no mundo, e só no Antártico estima-se uma biomassa de krill de 500 milhões de toneladas. Por isso o krill é considerado o animal mais abundante do planeta Terra, com cardumes de 2 milhões de toneladas em média. Os bancos destes crustáceos costumam ter densidades de 20 kg/m³. Outro dado curioso: O krill é o alimento principal da baleia, que pode consumir até duas toneladas de uma vez. Portanto, um rompimento na corrente alimentícia da qual o krill faz parte poderia ter consequências catastróficas em termos ecológicos.

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Go out and play.



Little Person
(Jon Brion)

I'm just a little person.
One person in a sea.
Of many little people.
Who are not aware of me.
I do my little job.
And live my little life.
Eat my little meals.
Miss my little kid and wife.
And somewhere maybe someday.
Maybe somewhere far away.
I'll find a second little person.
Who will look at me and say.
I know you.
You're the one I've waited for.

Let's have some fun.
Life is precious.
Every minute.
And more precious with you in it.
So let's have some fun.
We'll take a road trip.
Way out West.
You're the one.
I like the best.
I'm glad I found you.
Like hanging round you.
You're the one.
I like the best.
Somewhere maybe someday.
Maybe somewhere far away.
Somewhere maybe someday.
Maybe somewhere far away.
Somewhere maybe someday.
Maybe somewhere far away.
I'll meet a second little person.
And we'll go out and play.